Data: 27/07/2010 / Categoria: Apple
Apple amplia venda do iphone 4 para mais 17 países

Após atingir 1,7 milhão de iPhones 4 vendidos em apenas três dias depois do lançamento do aparelho, a Apple anunciou nesta segunda-feira, 26, que ampliará a operação de venda do seu novo smartphone para mais 17 países a partir desta sexta-feira, 30. Meta da Apple é de intensificar o volume de venda do dispositivo.

Até então, o smartphone era comercializado somente nos Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha e Japão. Com esta nova expansão, o aparelho passará a ficar disponível na Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Hong Kong, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Nova Zelândia, Cingapura, Espanha, Suécia e Suíça. O destaque foi a exclusão da Coreia do Sul da lista dos países que receberão o aparelho a partir de sexta, já que o país estava previsto inicialmente em tal movimento de expansão.

Vale ressaltar ainda que o iPhone 4 passou por um problema de imagem, ao ter falhas de recepção de sinal da antena. Para solucionar o problema, a Apple distribuirá capas para os donos do aparelhos.

Fonte: TI Inside

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Data: 12/07/2010 / Categoria: Novidades
Setor de software no Brasil deve retomar crescimento neste ano

Com um crescimento de 2,4% no ano passado em relação a 2008, superior ao aumento de 0,89% em nível mundial, o setor de software e serviços no Brasil se prepara para retomar, a partir deste ano, o ritmo de expansão anterior, em torno de 20% ao ano. A afirmação foi feita pelo presidente da Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes), Gerson Schmitt. A entidade representa 840 companhias.

"A curva de crescimento do setor é muito forte". Schmitt esclareceu que a adoção de tecnologia cresce como fator de competitividade empresarial e de qualidade de gestão na área pública. "Ela tem crescido a um ritmo de 20% ao ano, para mais. Então, nós acreditamos que deste ano em diante, o patamar típico do mercado retorna." A recuperação cambial contribui para isso, segundo o presidente da Abes.

Schmitt afirma que a demanda para software no país está aquecida. Com um faturamento de US$ 15,3 bilhões em 2009, o setor no país é atualmente o 12º maior mercado interno do mundo. Ele considerou que o crescimento poderia ser ainda mais acelerado. Na França e na Alemanha, por exemplo, o mercado interno de software e serviços representa de US$ 40 bilhões a US$ 60 bilhões. Fatores como a área de cobertura, população e o Produto Interno Bruto (PIB) são variáveis macroeconômicas suficientes para que o Brasil atinja esse objetivo, avaliou Schmitt. "O Brasil tem condições de estar entre os cinco ou seis primeiros em termos de mercado de TI [tecnologia da informação]."

Para isso, entretanto, terão de ser superados alguns obstáculos. Além da carga tributária, o presidente da Abes cita o gargalo de formação profissional na área, que supera atualmente 50 mil profissionais, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Outra questão é o papel do Estado no setor, disse Schmitt. Embora seja o maior consumidor de tecnologia, com 38% do mercado nacional, o governo não é o maior comprador, "porque faz muita autoprodução e acaba concorrendo com oportunidades com a área privada". Em vez disso, o governo poderia ser parceiro do setor privado em cases (programa utilizado em uma ou em todas as fases de desenvolvimento de um sistema de informação) para exportação, gerando divisas para o país, sugeriu.

O custo de produção de software no Brasil é mais caro do que em países concorrentes, como a Índia e o Vietnã, segundo a Abes, devido à valorização do real frente ao dólar e à elevada carga tributária. Além de pagar mais pela mão de obra especializada em relação aos países asiáticos, a agregação dos encargos sociais, o fortalecimento da moeda interna e outros custos, como a carga tributária, fazem o produto brasileiro perder competitividade.

O mercado nacional é formado por 94% de micro e pequenas empresas. O ranking por usuários no mercado interno mostra que os setores da indústria de transformação e financeiro correspondem a quase 50% dos compradores de software e serviços no Brasil. O governo aparece em 5º lugar na pesquisa da Abes.

Os maiores crescimentos entre os compradores em 2009, em relação ao ano anterior, foram observados nos setores de agroindústria (11,7%) e financeiro (8,6%). O comércio, ao contrário, apresentou a maior queda na compra de produtos e serviços de TI (-14%). As informações são da Agência Brasil.

Fonte: TI Inside

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Data: 06/07/2010 / Categoria: Novidades
Número de domínios de internet atinge 193 milhões no 1º trimestre

O número de novos domínios de internet alcançou 1 milhão no primeiro trimestre. De acordo com levantamento feito pela VeriSign, fornecedora de infraestrutura digital e sistemas de identificação digital. O estudo revela que foram apurados 193 milhões de nomes digitais no mundo no período.

A companhia contabilizou crescimento de 6% nos domínios de primeiro nível (sigla que aparece depois do primeiro ponto após o nome do site) em relação ao mesmo período do ano passado. A base total de domínios .com e .net aumentou em 99,3 milhões, ou 7%, na comparação com o primeiro trimestre de 2003.

Na América Latina, o aumento do número de domínios .com e .net foi de 9,8% no primeiro trimestre na comparação com mesmo período do ano passado. Juntos, os países da região representam cerca de 2 milhões de domínios .com e .net.


Fonte: TI Inside

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Data: 24/06/2010 / Categoria: Novidades
Maioria das empresas brasileiras não usa CRM, revela estudo

Apesar de terem surgido no mercado brasileiro no final de década de 90, os sistemas de gestão do relacionamento com clientes (CRM) e de business intelligence (BI) ainda não conseguiram se disseminar na proporção esperada. Até hoje é reduzido o número de companhias que utilizam o CRM como ferramenta de fidelização de clientes.

O lado bom para os fornecedores de soluções de CRM e BI é que isso significa que o espaço e o potencial de mercado para esses programas é bastante amplo. Um estudo recente realizado pela ASM revela que 72% das empresas do país com mais de mil empregados ainda não adotaram soluções de CRM, enquanto que 55% não fazem uso de BI e de gerenciamento de desempenho corporativo (CPM, na sigla em inglês). A pesquisa foi apresentada em primeira mão no 5º Seminário Call Center IP + CRM, evento promovido pelas revistas TI INSIDE e TeleTime e organizado pela Converge Comunicações.

De acordo com a amostra, 28% das companhias adotaram soluções de CRM, das quais 15% optaram por contratar uma solução de mercado. Já 13% decidiram desenvolver soluções internas de gestão do relacionamento com o cliente, sendo que na maioria das vezes as aplicações são visualizadas via MS-Excel, ou construídas a partir do próprio aplicativo.

Já em relação a ferramentas de BI e CPM, o estudo revela que, das 45% das empresas que adotaram esses sistemas, 35% adquiriram pacotes de mercado e 10% optaram pelo desenvolvimento interno, que mais uma vez está baseado no MS-Excel.

Entre as tendências para os próximos anos, o diretor da ASM, Bruno Rossi, aponta a rápida ascensão das soluções baseadas no modelo de software como serviço (SaaS). Segundo ele, 15% das empresas que compraram soluções de CRM de mercado, as adquiriram no modelo de SaaS. "Essa parcela tende a ser cada vez mais expressiva", acredita Rossi, ressaltando que a venda de soluções de CRM como serviço no país deve registrar expansão entre 35% a 40% neste ano. O executivo informa que o mercado de soluções de CRM movimentou R$ 1 bilhão no Brasil no ano passado e a expectativa é que cresça 20% neste ano, chegando a R$ 1,2 bilhão.

O estudo da ASM foi feito com 500 empresas brasileiras com mais de mil funcionários, sendo que 79% delas têm faturamento entre R$ 50 milhões e R$ 500 milhões e 27%, acima de R$ 500 milhões.

Fonte: TI Inside


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Data: 07/06/2010 / Categoria: Novidades
Os Riscos do Débito Direto Autorizado (DDA)

Em todos os jornais e publicações o que vemos são apenas vantagens no novo sistema: economia de papel, economia com postagem, economia com impressão, portabilidade no pagamento, maior segurança nas entregas das contas.

É claro que essas vantagens são ótimas, porém não vi em lugar nenhum falarem das desvantagens do sistema DDA(...)

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